
      MATRIA DE MISSIOLOGIA

         FATADB - Faculdade Teolgica das Assemblias de Deus no Brasil








      O DEUS VIVO  UM DEUS MISSIONRIO

              1 - Israel : Uma Grande Chamada Missionria

      Ao formar o homens  Sua imagem ( Gn 1.26-27 ), Deus o abenoou e lhe ordenou que enchesse a Terra ( Gn 1.28 ). O propsito claro da criao do homem, foi
para que este O glorificasse para sempre. No entanto o homem caiu, atravs do pecado, e passou a buscar a glria do seu prprio nome. Lemos travs dos textos como
Gn. 6.4 e 11.4 que o propsito das naes passou a ser: formar uma reputao para si prprias, independentes do nome de Deus. No entanto, aps o momento da queda,
o Senhor j revelaria o seu plano ao homem cado, plano este traado desde a eternidade! "Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendncia e o seu descendente.
Este te ferir a cabea e tu lhe ferirs o calcanhar" ( Gn. 3.15 ). A elevao do homem, das naes, de toda raa humana seria uma questo de graa, pois todos os
homens seriam abenoados atravs da "semente da mulher". -  Jesus Cristo.
      Portanto, os primeiros 11 captulos de Gnesis nos mostram claramente os fracassos dos homens e suas buscas insensatas e idoltricas, e terem um "nome", fama
( conseqncia natural do pecado ) Twenty-two points, plus triple-word-score, plus fifty points for using all my letters.  Game's over.  I'm outta here.. Porm Deus
haveria de comear a distribuir o "mandato missionrio". Em Gnisis 12.1 - 4 vamos perceber uma das pedras fundamentais da misso crist, pois nesta passagem acerca
de 4000 anos atrs, Ele chamou um homem ( Abrao ) e com ele fez uma aliana solene. Neste texto a palavra principal  beno ou  abenoar, pois cinco vezes Deus
fala em beno: "te abenoarei" "te abenoarei" "te abenoarei", "Abenoarei os que te abenoarem" e "em ti sero benditas todas as famlias da Terra". O senhor
prometeu a Abrao em oposio ao vazio de todos os tempos, que se encontram aqueles que procuram posio e "nome" fora de Deus. Um "nome" como beno. Deus prometeu
a Abrao: 1) fazer dele uma grande nao; 2) abeno-lo; 3) engrandecer-lhe o nome. Para qu? Qual o propsito divino em engrandecer a descendncia daquele homem?
Para que ele fosse um beno! Beno para quem? Para todas as famlias da Terra. Que maravilha! Deus estava preparando um povo, ( descendentes de Sem ) para tornar-se
o depositrio da Palavra escrita e falada e portanto portadores de bnos!
      Como  lindo podermos entender o mandato, o chamado missionrio naquele povo: Israel foi formada, abenoada e destinada a ser uma nao comunicadora. Observe
mais estes textos:
      Ex.:19.4-6- "...vs me sereis reinos de sacerdotes e nao santa" - Israel deveria participar do sacerdcio do Senhor como agentes da Sua beno.
      Sl 67 - "Para que se conhea na Terra o teu caminho; em todas as naes( ou entre todos os gentios) a tua salvao". A idia central deste Salmo  que Deus
abenoar Israel para que Seu nome se torne conhecido em toda Terra.

      Provavelmente este Salmo era cantado durante a festa de Pentecostes. O Salmo  ainda pelo fato de que seria no Pentecostes que Deus iria derramar o Seu Esprito
sobre todas as naes e que uma colheita em comum iria acontecer, uma colheita maior do que a acontecida anteriormente em qualquer outra festa. Deliberademente o
salmista se refere  colheita como um penhor, um sinal, e um smbolo da colheita espiritual de cada tribo, lngua e nao. De modo que possa o Senhor ser verdadeiramente
gracioso ( cheio de graa ) conosco e nos abenoar. 1
      
      
      
      Sl 96.1 - 3 - O povo de Israel era o instrumento para espalhar a glria de Deus.
      Is 42 e 49 - "O servo do Senhor ( Israel )  a luz dos gentios. "Os gentios do Antigo Testamento alcanaram a F, pois muitos, atravs do testamento de Israel 
vieram a crer no "Homem da Promessa" que viria. Como no pensar em Jetro um medianista e sogro de Moiss, quando demonstrou sua consagrao ao mesmo Senhor de Moiss 
e Arao ao sentar-se com eles para participar de uma refeio comunicatria sacrificial ( Ex 18 )? Pensemos em Jonas enviado  Nnive, Raabe, a meretriz de Jeric 
que alcanou a salvao para si e sua famlia, a Rainha de Sab que viajou de to longe, com grande comitiva e presentes para certificar-se acerca do que ouvia falar 
sobre Israel e seu Rei Salomo.
      Misses Velho Testamento pode, pois ser resumida atravs de uma palavra: VINDE Vinde a Israel! Este povo, sacerdcio santo do Senhor, em obedincia no precisava 
sair para testemunhar, pois os povos eram atrados at eles. No entanto falha para com Deus quanto ao seu propsito missionrio. Retenha a beno para si.
      
      2.2 - O Plano Divino para a Igreja.
      Sim, os judeus fracassaram, mas no fracassou com eles o propsito de Deus em tornar o Seu nome conhecido em toda a Terra. Nem o contnuo bairrismo do povo 
judeu, nem a sua rejeio final do Messias ( Jo 1.11 ). Puderam obstruir o plano divino. Pelo contrrio: "pela sua transgresso veio a salvao dos gentios" ( Rm 
1.16 ). Deus reuniu gentios e judeus ( crentes no Senhor Jesus ) e fez deles um s povo ( Ef. 2.14 - 16 ) e os chamou Igreja. Esta agora, em nossa dispensao, tem 
a responsabilidade missionria de tornar conhecida a sabedoria de Deus ( Ef 10.3 ) . A Igreja  o instrumento de Deus para atingir os seus propsitos na Terra ( 
Nt 16.18 ), pois recebeu a ordem de evangelizar o Mundo ( Mt 28.19 - Mc 16.15 ).
      Do incio ao fim o Novo Testamento  um livro de misso. Deve sua prpria existncia ao trabalho missionrio das igrejas primitivas, tanto judaicas como gregas. 
2
      
      Misses, pois a Igreja pode ser resumida tambm em uma palavra: IDE - "Ide e fazei discpulos de todas as naes".
      Ex.: em Atos 16.9 vemos o "chamado macednico": "PASSA... e ajuda-nos". Se Paulo no fosse  Macednia nunca poderia t-los ajudado. O mesmo acontece conosco, 
Igreja, hoje: se ns no formos, nunca estaremos realmente cumprindo a MISSO a ns confiada.
      
      3 - DEFINIO DE MISSES
      
      3.1 - O que  misses?
                      Misses  fazer discpulos de todas as naes ( Mt 28.18-20 );
a) Misses  testemunhar a toda criatura, seguindo o exemplo de Jesus, proclamando por palavras e aes o Reino de Deus. Na obra missionria temos que testemunhar 
com a nossa vida e palavras, como Cristo fazia. ( Jo 20.21 );
b) Misses  considerar a pregao do Evangelho e o estabelecimento de igrejas como  tarefas primrias. ( Observar Paulo : sua misso primria era considerada cumprida, 
quando Evangelho era pregado, os homens convertidos e as igrejas estabelecidas).
      Este fato  to importante que, nas reas onde  possvel proclamar o Evangelho e formar igrejas, somente as organizaes que apoiam a evangelizao e implantao 
de igreja de modo significante, devem ser consideradas misses. 
      Podemos tambm definir Misses de acordo com o texto da Grande Comisso ( Mt 28.18 - 20 ) e seus correlatos: 
a) Misso  a obra de Deus confiada  Igreja... ( At 1.8 )
b) Que, seguindo o exemplo de Cristo proclama por palavras e aes o Reino de Deus... ( Jo 20.21 ).
c) Chamando a todos ... ( Mc 16.15 )
d) Ao arrependimento e f em Cristo... ( Lc 24.46, 47 ).
e) Ensinando-os a serem discpulos e d'Ele e integrando-os em Igrejas Locais. ( Mt 28.18 - 20) 

      3.2 - O que no  Misses
      Misses no  o que muitos "redefinem" como tudo quanto Deus quer que os Cristos faam dentro do servio missionrio, pois ter a viso missionria, ser missionrio 
estar envolvido com as misses e pensar nos povos, orar por eles.
      H crentes que costumam dizer: "Minha misso  apenas pregar o evangelho na minha cidade". Estes irmos costumam at mesmo julgar as misses internacionais 
ou transculturais afirmando que nos locais onde vivem h ainda muitas almas a serem salvas. No entanto falta-lhes a viso do jovem macednico, falta-lhes em estudo 
mais detalhado, profundo e espiritual no livro de Jonas, falta-lhes melhor observarem o mandato missionrio do povo israelita em todo o Velho Testamento, bem como 
os passos do apstolo Paulo e etc. Falta-lhes prioritariamente uma "sacudidela" do Esprito Santo, pois misses  razo de ser da Igreja.
      
      3.3 - A prioridade em Misses.
      A prioridade em Misses no deve estar em elevar os padres de vida humana, nem em melhorar as condies sociais, nem ministrar aos enfermos, nem mesmo em 
distribuir ajuda financeira proveniente das igrejas.
      A prioridade em Misses  pregar o Evangelho, fazer discpulos e congreg-los em igrejas.
       bvio que os "ministrios de socorro" citados acima  so imprescindveis na obra missionria, pois os missionrios devem estar tambm preocupados com o corpo 
e alma das pessoas e no apenas com o espritos, porm o que queremos dizer  que estes no so os enfoques principais da misso de fazer discpulos.
       importante porm ressalvar que os "Ministrios de Socorro" nos "pases fechados"( como Arbia Saudita, Quatar, Mauritnia e outros) so realmente misses, 
pois  nestes pases a pregao do Evangelho  proibida.
      
       Mas uma razo importante  que Paulo considerava a pregao do evangelho e o estabelecimento de igrejas como sua tarefa primria. O registro bblico no deixa 
lugar para pensar ou Paulo ou os membros de sua equipe estavam ocupadssimos em elevar os padres de vida, em melhor as condies sociais, em transmitir conhecimentos 
seculares, em ministrar s necessidades mdicas, ou em distribuir ajuda financeira proveniente das igrejas previamente estabelecidas. No pode haver muita dvida 
de que a lealdade a Cristo da parte dos convertidos nas igrejas acarretasse alguns destes efeitos como subprodutos - at mesmo o envio de ajuda necessria de volta 
para a igreja em Jerusalm ( um tipo de "fluxo inverso" ). Que os missionrios estavam preocupados com os relacionamentos sociais, e com a mente e o corpo dos homens 
bem como sua alma,  patentemente verdico. Mas a misso primria de Paulo era cumprida quando o evangelho era pregado, os homens eram convertidos, e igrejas estabelecidas. 
            
      3.4 - De Gnisis a Apocalipse: 66 Razes para Misses Mundiais 
      Gn 12. 3; Ex 19.5 - 6; Lev 19. 24; Num 24. 17 - 18; Deut 28. 9, 10; Jos 4. 23, 24; Js 2. 21,22; Rute 1. 16; I Sam 17. 46; II Sam 22. 50, 51; I Reis 10.23 
- 24; II Reis 19. 19; I Gron 16. 23; 24; II Grou 6. 32, 33; Esd 1.2; Neem 9. 6 - 7; Ester 4.14; J 1. 7, 8; Salmo 117; Prov 8. 15, 16; Escl 3. 14; Cant 6. 9; Is 
49. 6; Jer 33. 14; Lam 3. 37 - 39; Ez 36. 23; Dan 7. 13 - 14; Os 1. 10; Joel 3. 14; Am 9. 11, 12; Ob v. l; Jn 4. 11; Mq4. 3; Naum 1. 5; Hab 2. 14; Sof 3. 8; Ag 2. 
7; Zac 14. 9; At 1. 8; Rm 1. 5; I Cor 15. 24; II Cor 5. 19; Gl 3. 14; Ef 1.10; Fil 2. 10; Gols 1. 6; I Tess1. 8; II Tess 1. 7, 8; I Tim 3. 16; II Tim 4. 1; Tito 
2. 14; Filem v. 9; Reb 1. 2, 3; Tiago 1. 18; I Ped 5. 9; II Ped 3. 13; I Joo 4. 14; II Joo v. 7; II Joo v. 6, 7; Jud v. 25; Apoc 5. 9, 10;
      
      4 - O ALCANCE MISSIONRIO: TODOS OS POVOS
                
      4.1 - Entendendo o que so "Naes"
      para que se possa entender com certeza a urgncia do trabalho missionrio  preciso definir biblicamente o termo "naes" inserido em Mt 28. 19: "Ide, portanto, 
fazei discpulos de todas as naes ..." ( o grifo  meu ).
      A palavra grega, traduzida no texto por "naes"  "tne", que por sua vez deu origem  palavra "tnica" e refere-se, portanto a um povo que tem lnguas e 
costumes em comum. Portanto fazer "discpulos de todos as naes", significa dizer que o Evangelho precisa ser compreendido por cada grupo humano que tenha que tenha 
o mesmo modo de agir, ou seja, a mesma cultura. Quando podemos entender esta realidade verificamos que o que consideramos como apenas uma nao no sentido poltico, 
pode equivaler a at centenas e milhares no sentido bblico.
      Ex.: Brasil - somente em se tratando das naes indgenas, somam-se 221 ( RETO Iberoamericano - COMIBAM' 87).
      ndia - a enorme diversidade de raas e etnias, religies e lnguas terna dificlimo uma simples diviso da populao deste pas. H 14 lnguas oficiais, mas 
de acordo com o censo de 1971, foram catalogadas 1. 658 lnguas diferentes. ( Patrik Johstone - Batalha Mundial ) Significa que cada um grupo que fala uma destas 
lnguas  uma nao dentro da ndia! 
      Nossa tarefa pois  urgente. Se muitos lderes pensam que ainda no alcanaram toda a sua nao, assim o dizem pensando egoisticamente apenas no seu prprio 
povo, mas na realidade, aqui mesmo dentro do Brasil poltico h centenas de naes diferentes de nossa a espera "testemunho" e ns ao menos sabemos que algumas deles 
existem. Quantos nomes de grupos tribais no Brasil voc pode citar?
      
      4.2 - Entendendo o que  Cultura
      compreender adequadamente o significado de cultura  um pr-requisito para que se comunique de modo eficaz o Evangelho  a um grupo distinto sito para que se 
comunique de modo eficaz o Evangelho a um grupo distinto de pessoas.
      Para muitas pessoas, a palavra "cultura" significa o grau de estudos de uma pessoa. Por isso,  comum ouvimos algum fala: "Fulano de tal tem muita cultura". 
Quase todas as pessoas fazem esta associao da cultura com o desenvolvimento intelectual ou o nvel de estudo de algum. Por esta razo, uma pessoa que tem um linguajar 
rude, um modo de vida simples logo  taxada de uma pessoa sem cultura. O mesmo acontece com as tribos indgenas. Pelo fato de terem uma vida bem simples so taxadas 
de povo "sem cultura". Mas esta no  a definio que vamos dar aqui. Definimos cultura como o conjunto de comportamentos e idias caractersticos de um povo, que 
se transmite de uma gerao a outra no decorrer de sua histria. 6
      
      O estudo de uma cultura ou da cultura propriamente dito  muito difcil porque ns a adquirimos ( todo mundo tem uma cultura ) sem nos aperceber e jamais a 
deixaremos por completo ( ningum jamais conseguir se divorciar de sua prpria cultura.
      Embora seja verdadeiro que qualquer um pode vir a apreciar vrias diferentes culturas, e at mesmo a se comunicar efetivamente em mais de uma, o fato  que 
ningum consegue se elevar acima de sua prpria cultura ou de outras culturas de modo a ter uma perspectiva verdadeiramente supracultural. 7
      Cada povo ao redor do mundo tem sua prpria idia a respeito de uma assunto qualquer. Estas idias foram sendo adquiridas to naturalmente que possam a fazer 
parte do ser de cada pessoa e por tal razo cada povo considera sua idia como universal e a nica correta.
      Os americanos decepcionam muito os brasileiros porque ao cumprimentarem no apertam as mos de todos e as mulheres americanas no abraam, nem beijam as brasileiras. 
Por tal razo os brasileiros consideramos americanos como "frios", "indiferentes", "presunosos" e estes por sua vez nos taxam de "melosos", "inconvenientes", "abertos 
demais".
      Porm vejamos isso:
    ...no Zimbabwe ( Rodsia ), um brasileiro nunca poderia pedir uma informao a um desconhecido sem antes perguntar sobre a sade da sua esposa ou de sue filhos, 
como vo os negcios ou como est o clima. Na frica do Sul uma brasileira poderia levar um susto quando ao cumprimentar outra mulher, fosse beijada nos lbios. 
Na Rssia  pior ainda para quem no est acostumado, pois  os homens que se cumprimentam beijando uns aos outros na boca. 8
      
       comunicar o Evangelho s poder ser realizado de maneira clara se imitarmos Jesus. Ele para se fazer compreendido e mostrar o prprio cerne de si mesmo: "amor", 
identificar-se com os homens, no s encarnando-se em forma humana, mas tambm culturalmente.
      "Ele veio para os seus.." Os seus eram o povo judeu. Por isso , Ele falou a lngua daquele povo, vestiu-se conforme os costumes da poca, comeu o que eles 
comiam, dormiu onde eles dormiam - enfim, Jesus foi um judeu comiam, dormiu onde eles dormiam - enfim, Jesus foi um judeu como todos os outros, humanamente falando. 
9
      segundo Lloyd E. Kwast um mtodo til  olhar para uma cultura, visualizando as sucessivas "cascas" ( como de uma cebola ), ou nveis de entendimento,  medida 
que se aproxima do verdadeiro corne da cultura. Segundo ele, para isto, a tcnica do "marciano"  bastante til. Com este exerccio simplesmente se imagina que um 
marciano acabou de chegar ( em sua nave espacial ) e observa as coisas com olhos de um viajante aliengena. A partir de primeiramente analisar o comportamento das 
pessoas, atravs de como elas fazem as coisas, ele chegaria aos valores ( o que  bem ou melhor, ), s crenas ( o que  "verdade" naquela cultura), e por ltimo 
ao corao daquela cultura que responde  mais bsica das perguntas: "O que  real?" Este marciano chegaria pois  cosmoviso daquele povo. Este modelo  um esboo 
bsico que pode ser aplicado para qualquer um que v entender e estudar uma cultura.
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      4.3 - Atos 1. 8: Uma nfase na Distncia Cultural
      "mas recebers poder, ao descer sobre vs o Esprito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalm, como em toda a Judia e Samaria, e at aos confins 
da terra". ( At 1. 8 )
      atualmente um pensamento completamente errneo tem invadido praticamente uma enorme esfera do mundo evanglico: a maioria cr que o Evangelho j tinha penetrado 
em todos os termos geogrficos do mundo e por tal razo dizem que a grande contra-senha da unidade evanglica atual deve ser o evangelhismo. Este pensamento tem 
estado calcado em uma observao desatenta de atos de Atos 1. 8, porque esta passagem  vital de ser entendida por aqueles que anseiam alcanar os povos. Em outra 
referncia bblica Jesus apenas mencionou "Ide por todo o mundo", mas em Atos 1. 8 Jesus fez distino entre as diferentes partes do mundo. No entanto esta distino 
no est baseada apenas na situao geogrfica de ser Jerusalm uma cidade do estado" da Judia, de ser Samaria um outro "estado" da Palestina e os confins da terra, 
os lugares alm da Palestina. No, a distino extrapola a esfera geogrfica a esfera geogrfica e centraliza-se na esfera cultural, ou seja: Atos1. 8  uma nfase 
cultural. Vejamos: para os crente judeus evangelizarem Jerusalm e Judia, a nica barreira que tinham que transpor nos seus esforos evangelsticos era entre a 
comunidade crist e o mundo imediatamente externo, ambos com a mesma  lngua e a mesma cultura. No entanto para estes mesmos crentes judeus alcanarem Samaria j 
requeria que eles cruzassem uma segunda fronteira, porque embora os judeus conseguissem entender e serem entendidos pelos samaritanos, estes "estavam divididos por 
uma fronteira que consistia em dialetos distintos e algumas outras diferenas culturais bem significativas" 11 , isso sem falar na grave muralha do preconceito ( 
ceja Jo 4. 1 - 30 ). Agora, para os menos crentes judeus extrapolarem as fronteiras da Palestina ( "confins da terra" ) envolvia cruzar uma terceira esfera com grandes 
distncias culturais.
      Realmente no h nada errado com o evangelismo e se todos os crentes se dedicassem a ele ns j teramos alcanado nosso povo de maneira bem significativa. 
No entanto apesar de conhecermos muito bem Atos 1. 8 sofremos de uma doena que missilogo Ralph Winter chama de "cegueira tica". Esta cegueira tem nos feito pensar 
que j cruzamos todos os limites geogrficos dos povos e que agora s precisamos continuar com o processo de evangelismo, no entanto no percebemos que as "naes" 
da Bblia no so pases geograficamente traados e politizados como os vemos nos mapas - mundi, mas etnias. No temos visto dentro dos pases ( que a Igreja ousa 
dizer alcanados ), a enormidade de grupos tnicos ainda sem nenhum testemunho. Quem dentre ns est preocupado em cruzar as fronteiras culturais e iniciar o processo 
de evangelismo entre esses povos?
      
      Muito bem! No h nada de errado com o evangelismo. A maioria das converses devem acontecer inevitavelmente como resultado do testemunho cristo a um vizinho 
prximo, e isto  evangelismo. O problema espantoso  a outra verdade de que grande parte dos no - cristos no mundo de hoje no so vizinhos culturalmente prxima 
de qualquer cristo, e que ser preciso um tipo especial de evangelismo "transcultural" para alcana-los. 12
      
      4.4 - Os Diferentes Tipos de Evangelismo
      
      J que vimos Atos 1. 8 focalize distncias culturais e que  preciso, pois diferentes tipos de evangelismo para ser alcanar diferentes tipos de pessoas, vamos 
pois rotular estes tipos de evangelismo a terminologia usada por Ralpb Winter, um dos grandes missilogos da atualidade.
      
1) Evangelismo no mbito de Jerusalm e da Judia = evangelismo E - 1 ( "evangelismo de vizinhana") 
2) Evangelismo no mbito de Samaria = evangelismo E - 2 ( envolve cruzar uma outra fronteira alm da comunidade crist e mundo imediatamente externo cruzado em E 
-1 )
3) Evangelismo no mbito da "Confins da terra" = evangelismo E - 3 ( as pessoas que precisam alcanadas nesta esfera tm padres culturais completamente diversos 
daquele em que o evangelista / missionrio foi criado. )
      
      
      Agora pensamos em uma coisa muito significativa: "a Judia de um cristo pode ser a Samaria de outro. Para Paulo, por exemplo, embora fosse judeu, era muito 
mias fcil transpor as barreiras culturais com os gregos do que para Pedro. Vejamos ento a distncia cultural dos gregos para Paulo, Pedro e para Lucas, oriundo 
da Grcia.
      
      Lucas = E - 1
      Lucas = E - 2                Gregos
      Lucas = E - 3 


      Na esfera E - 1 no h qualquer choque ou dificuldade em se compartilhar a evangelho.
      Na esfera E - 2 j h certa dificuldade e ela pode ser de diversas ordens, como por exemplo a prpria distncia de classes sociais, com ocorre no Japo; idiomas 
um pouco diferentes como  o nosso caso com relao aos argentinos ( no somos to diferentes que no nos compreendamos ); barreiras de preconceito como  caso dos 
protestantes e catlicos na Irlanda do Norte; distncias geogrficas que produzem variaes nos costumes, como  o caso das diferentes regies do Brasil.
        Na esfera E - 3, no entanto os choques so inevitveis, pois h diferenciaes em todos ou quase todos os aspectos humanos: lngua, usos e costumes religio, 
esttica etc..
      Cada um de ns temos nossa prpria esfera de E - 1, E - 2, E - 3.
      E - 1  Eficas, mas E - 3  Escencial 
      O padro geral da expresso do movimento cristo primeiramente implica esforos especiais E - 2 e E - 3 para transpor barreiras culturais, alcanando novas 
comunidades, afim de estabelecer denominaes fortes, atuantes, vigorante evangelsticas e, ento, que essa igreja nacional leve avante o trabalho no nvel E -1, 
que  o mais eficaz. Seremos forados assim a crer que, at que cada lngua possua uma igreja forte e poderosamente evangelizante dentro dela, e portanto, uma testemunha 
E - 1, os esforos E -2 e E - 3 que vm de fora ainda so essenciais e urgentssimos. Desta perspequitiva, qual o tamanho da tarefa restante? 13
      
      5 - DIFICULDADES EM MISSES
               
      Aqueles que iro empreender-se na tarefa de testemunhar a culturas diversificadas das suas da sua ou mesmo ou completamente antagnicas a ela sero os missionrios 
transculturais.
      No campo missionrio h uma grande quantidade de dificuldades.  lgicos que elas no se apresentam todas em um mesmo lugar, mas que devem ser conhecidas pelo 
missionrio
      
      5.1 - Falta de Conhecimento da Existncia Real de Deus e Seus Propsitos Para com o Homem
          Atravs de bases bblicas para misses voc teve o privilgio de estudar a cerca da natureza de Deus. Sim, pois  um grande privilgio quando podemos entender 
que Deus no  apenas funo, mas "Deus" so trs seres distintos, com nomes prprios: Jeov ( o pai ), Jesus Cristo ( o filho ) e o Esprito Santo, os quais regem 
e denominam sobre todas as coisas. Pois bem: a primeira e grande dificuldade deparada pelo missionrio encontra-se na falta de conhecimento real de Deus.
      No brasil, por exemplo, considerando um pas aberto ao Evangelho j notamos, mesmo no meio de pessoas evangelizadas, um no conhecimento de Deus. Muitos crentes, 
mesmo, no conhecem Deus e O tm como esprito sem forma e muito distante. Uma outra grande maioria cr que Deus  tudo aquilo que vemos, ou seja, a natureza 9 os 
pantestas ). Enfim, o no conhecimento de Deus  grande e tremendo, no entanto, o Senhor deseja se fazer conhecido atravs de ns, aleluias! Portanto,  necessrio 
que o missionrio tenha profundo conhecimento do Seu Senhor e intimidade com Ele, a fim de que possa faz-lo conhecido entre os povos para onde for mandado.
          Os homens, em sua grande maioria, desconhecem os propsitos de Deus para com eles. Quais os propsitos de Deus para com os homens? Salvao. Reconciliao. 
Sim, Deus deseja que os homens conhea o Seu Filho, pois s Ele  o MEIO da reconciliao, porque Jeov ( o Pai ) deseja reconciliar o homem consigo!
      Aqueles missionrios que no conseguem ver o que Deus ao qual servem  um ser pessoal com propsitos definidos, no podero "ir longe", pois o chamado missionrio 
implica em conhecimento  d' Aqueles que est chamando. Veremos outras dificuldades em Misses, mais vencer esta primeira  estar certo de que as outras sero vencidas, 
porque o Senhor deseja se fazer conhecido atravs daqueles que realmente O conheam. "A terra se encher do conhecimento do Senhor, como as guas cobrem o mar".
      
      5.2 - Falta de Conhecimento Relacionado com o Pecado do Homem
      
      Outra grande dificuldade que o missionrio encontra no campo  a falta de conhecimento relacionado com o pecado do homem. A Bblia nos diz que "todos pecaram 
e destitudos esto da Glria de Deus" ( Rn 3. 23 ). No entanto as pessoas sem Jesus no tm conhecimento de que esto em pecado e transgresso contra o Senhor, 
e portanto destitudos da Sua Glria. O servo do Senhor que vai as misses precisa levar s pessoas, alm do conhecimento de que elas esto em transgresso contra 
Ele. Um exemplo  o fato de milhares de pessoas crerem que so boas, fazem caridade e portanto pesam que esto agradando a Deus ( Ef 2. 8 - 9 ), pois em pecado fomos 
gerados ( Sl 51. 5 ), alm de pecarmos constantemente. As pessoas precisam saber que esto em transgresso contra o Senhor e centenas de culturas ainda no o saber.
       preciso conscientizar as pessoas que o pecado corra no "sangue da humanidade" por herana, desde o dia em que Ado e Eva transgrediram a palavra do Senhor 
( pecado original ). O grande missionrio Paulo reconhecia a presena em si deste pecado original, mesmo estando no cumprimento da vontade do Senhor. ( Em 7. 18 
- 23 )
      Alm do homem estar em pecado ( porque em ns habita o pecado original ), pecamos diariamente, e  necessrio que o missionrio saiba, em amor, levar as pessoas 
a conhecerem os pecados do cotidiano.
      Um dos grandes e mais comuns pecados que o homem comete no cotidiano, alm do de comisso ( pecamos por pensamentos, palavras e atitudes )  o de omisso. 
Muitos no chegam a cometer algumas transgresses, porm se omitem com relao a elas, esquecendo-se que somos, todos ns, responsveis pelos nossos irmos. A pergunta 
que Caim fez ao Senhor Jeov: "... Sou eu guardador do meu irmo?" ( Ez 33. 8 )
      No basta pois no pecar, porque omitir-se tambm quanto ao pecador dos que nos cercam tambm  pecar.
      A igreja brasileira no tem se omitido quanto aos povos? 
      
      5.3 - O Desconhecimento das Conseqncias Atuais e Futuras na Permanncia do Pecado (original e do cotidiano)
      
      Os homens sem Cristo, e que ainda no o buscaram, desconhecem as nefastas conseqncias do pecado em suas vidas, no tempo presente e no porvir.
      Quando um missionrio estabelece-se num campo, ele logo pode perceber a extrema aflio na vida de muitos devido ao pecado, que logo no confessaram, e por 
isso carregam sobre si o peso das culpas e ainda no atentaram para isso. No entanto, mais que acord-los para as conseqncias da permanncia do pecado, na vida 
presente, deve-se acord-los para as terrveis conseqncias do mesmo na vida futura.
      
      
      5.4 - Confiana nas Filosofias e nas Religies para Aquisio da Salvao
      Uma das grandes barreiras encontradas pelos missionrios so as religies. O homem  um ser religioso. As escrituras ensinam que a nossa gerao parte de uma 
s famlia- tronco: a de Ns. Dos seus filhos: Sem, Co e Jaf descendem todas as pessoas, o que nos leva a entender que o conhecimento de Deus transmitindo a No 
e seus filhos deveria ser o mesmo hoje em todas as raas, tribos e naes. O que vemos, entretanto, so dezenas de religies e milhares de seitas falsas assolando 
o pensamento humano.
      Cada uma dessas religies, as quais, muitas das vezes fazem parte da prpria cultura de um povo, como o Xintosmo e o Animismo, so grandes obstculos, somente 
transponveis atravs do Esprito Santo.
      Segundo Eugene. Ainda h muitas maneiras de se classificar as crenas religiosas. No dispomos porm de tempo e espao para um estudo das religies mas podemos 
nos deter numa listagem de componentes opostos para entendermos os diferentes aspectos das religies do mundo.
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      1 - Segundo E. B. Tylor, criador do uso popular "animismo", este vem a ser uma "doutrina que est profundamente enraizada em certas pessoas de seres espirituais, 
a qual incorpora a prpria essncia da filosofia espiritualista em oposio  filosofia materialista". O animismo pode ser dividido em muitas subunidades como: fetichismo, 
culto aos ancestrais, prognosticao, necromancia, ritos etc., no entanto "apesar a vasta gama de categorias, formas e funes que podem ser identificadas no estudo 
de comunidades animistas ... eu creio firmemente que o animismo pode ser examinado como uma identidade coesa..." 15 Apesar do animismo ser definido por muitos como 
"religio ( es ) tribal (ais)" e tambm como "religio ( es ) primitiva ( s ), segundo Tippett no deveria ser visto assim, pois o animismo est presente nas metrpoles 
como So Paulo, Nova Orleans, Los Angeles etc. e tambm atualssima, portanto no apenas uma religio primitiva.
      O Tesmo opem-se  ao animismo por ser uma crena em Deus ou "deuses".
      Exemplo: o culto asteca era animista. Eles tinham muitos deuses e espritos e os seus sacerdotes estavam sempre atarefados procurando satisfazer os desejos 
de suas divindades com sangue humano (sete vezes por dia precisavam oferecer sacrifcios aos deuses e espritos ); os gregos ( politstas ) adoravam deuses ao invs 
de espritos, amuletos, etc..
      2 - A religio "tica" o moral  aquela atribui castigos ou "pequenas" aqueles que transgridem o que  considerado certo. A no tica ( amoral ), entende que 
no h nenhum benefcio em se fazer o bem o qualquer castigo ao se praticar o mal.
      Exemplo: o cristianismo  tico, porm o baixo espiritismo no Brasil no o .
      3 - A religio "pessoal" cr em uma divindade com personalidade. A impessoal cr apenas em um "esprito", algo sobrenatural, mais que no pode ser explicado 
seno por meio daquilo que realiza. 
      Exemplo: 
      
      Tanto o cristianismo com o Islamismo crem num poder sobrenatural "pessoal". Al, o Deus dos muulmanos parece estar preso pelo destino mais ainda  soberano, 
pelo menos em parte, e tem personalidade. Nosso Deus ( dos cristos )  bem pessoal, comunicativo, amoroso, justo, totalmente soberano e poderoso. Em contraste, 
em muitas partes da frica, a crena num poder sobrenatural est centralizada em espritos especficos. Na Melansia, o poder sobrenatural se chama "mana" e , em 
essncia "impessoal"; ervas, etc. - e pode ser ampliado ou diminudo pelas artes mgicas. "Mana" pode tambm ser usado tanto para o bem como para o mal mas  um poder 
sempre sobrenatural. 17
      
      4 - A religio "salvfica" est calcada no fato de que para aqueles que crem h uma maneira      ( s ) de salvar-se. As legalistas baseiam-se na realidade 
de que seus "crentes" para receberem poder e benefcios tem que ser por intermdio de seus prprios mritos atravs de regulamentos, sacrifcios, jejuns penitncias 
etc. 
      Exemplo:
      O budismo tem pretenes salvficas. "o cristianismo proclama a existncia de um salvador, sendo o maior exemplo de uma religio salvfica". 18 J para hindus 
 necessrio que homem renasa centenas e centenas de vezes at que consiga obter a salvao = libertao dos ciclos de renascimentos ( doutrina do carma ). 
      5 - A religio mstica  aquela que trata com o sobrenatural na tentativa do homem de obter o estado de xtase. Por outro lado h muitas religies que no 
trata com o mtico mas apenas com o social. Para estas o aspecto mais importante da religio so o cumprimento das responsabilidades de cada membro da comunidade, 
ou seja, os atos sociais. 
      Exemplo: o hinduismo  mstico: "Gurus com misteriosas experincias pessoais esto atraindo para si muitas pessoas. Esses gurus fazem afirmaes sensacionalistas, 
muitas vezes dizendo que so avatares e que possuem poderes sobrenaturais ..." 19. 
      Observe portanto o incrvel fenmeno religioso atual: a Teologia da Libertao atravs do dizeres de Nestor Paz da Bolvia, um mrtir da libertao: "Eles 
dizem que a violncia no  evanglica deixe que se recordem que Jeov matou os primognitos do Egito para libertar seu povo do cativeiro...".
      6 - Uma religio pode dar nfase no "indivduo", como ocorre no Cristianismo ou pode estar centralizada no coletivismo, que  o caso do Xintosmo. 
      7 - O Judasmo, o Islamismo, e o Cristianismo so as religio que mais do lugar   "revelao". O Hindusmo e Budismo incluem, em parte a revelao no seu 
sistema doutrinrio. Por outro lado, o Confucionismo exclui totalmente a revelao. A revelao tambm geralmente no faz parte do animismo, com exceo do momento 
em que o mdium se torna possesso e os espritos fazem predies sobre o futuro. Qualquer religio que pretenda receber inspirao divina para sua mensagem pode 
ser classificada como revelacionista. 20
      8 - Tambm o Judasmo, Islamismo e Cristianismo so monotestas ( exclusivistas )  justamente o oposto: inclusivista. Muitos brasileiros assim se pronunciam: 
"todos os caminhos levam a Deus em completa desarmonia com a Bblia ( veja Atos 4. 12 ). 
      9 - Por ultimo uma religio pode ser local como as diversas formas locais animistas universal como o Cristianismo que cr que sua mensagem deve ser alcanada 
por todos os povos, independente de raa lngua, cultura etc. .
      O missionrio precisa analisar com bastante ateno a ( s ) religio ( es ) do ( s ) povo ( s ) onde est. 
      
      Segundo Eugene Ida so cinco tipos de "especialistas" religiosos: 
      
1. Aqueles que praticam a magia negra ( bruxos );
2. Aqueles que predizem o futuro ( videntes, adivinhadores );
3. Aqueles que fazem mal ou protegem ( curandeiros e feiticeiros );
4. Aqueles que so representantes do povo nas cerimnias religiosas 
            ( sacerdote ). 
5. Aqueles que transmitem ao povo o que os poderes espirituais ordenam            ( profetas ). 21 

      Estes especialistas so respeitadssimos em seu meio cultural e o missionrio precisa estuda-los com muito cuidado.
      
      5.5 -  O Problema do Choque 
      Atualmente quase nenhuma misso aceita enviar missionrio sem preparo transcultural, porque mesmo com tal preparo algumas situaes so dificlimas de serem 
entendidas pois requerem uma compreenso de suas razes bsicas de julgadas. H missionrios que simplesmente no suportam as diferenas culturais do povo para onde 
foram enviados e logo se retiram. Porem  necessrio que se saiba que os choques sempre existiram, mas uma busca de compreender as atitudes deste povo iram em breve 
contornar esta situao. O que todos devem saber ao entrar em contato com uma nova cultura e que tm que "mortificar" suas prprias culturas e portarem-se como aprendizes 
na maioria das vezes na posio de crianas, coisa que muitos missionrios ( orgulhosos ) no suportam e por tal razo no chegam a identificar-se realmente com 
aquele povo. 
      Deve ser tomado muito cuidado com as "palavra emprestadas", com as palavras aparentemente semelhantes, com as atitudes. 
      Veja este caso de choque cultural:
      ... Nossa missionria na Indonsia entregou uma mensagem poderosa s senhoras. Ela percebeu que algo esta errado quando as desafiou dizendo: "Venham e aceite 
a Cristo". Cada vez que ela fazia um desafio as senhoras riam. Aquela missionrio foi suficientemente corajosa e corajosa para perguntar  amiga daquele lugar a 
rasam pela qual as senhoras davam risadas. "Ser que so mpias?" "Ser que querem rejeita-lo?" Mas, graas a coragem da amiga nativa a nossa colega missionria 
que em vez de falar "venham aceitar a Cristo" ela estava dizendo: "venham aceitar porco". Sim, no campo missionrio no basta ser sincero. O compromisso e a vocao 
de Cristo embora sejam importantes, no so suficientes. 22
      
       lgico que haver situaes desgastantes no campo missionrio, mas existem meios de contorn-las. A tenso cultural  normal, mas o que se deve evitar a 
todo custo  o choque cultural que  considerado por muitos "tal como casos graves de depresso ps- parto". 23
      
      5.6 - O Problema da motivao 
      No campo missionrio transcultural  necessrio que o missionrio preste muita ateno nos motivos que levam as pessoas aceitarem o Evangelho, pois eles podem 
estar sendo impulsionados  a irem a Cristo por propsitos errados. Quantos e quantos casos no se conhece de pessoas que aceitaram Jesus visando algo por trs dessa 
aceitao. Muitas tribos indgenas, por exemplo, tm convidado missionrios para irem morar com eles simplesmente porque esto visando um "armazm" de utenslios 
e alimentos, que tais missionrios podero ceder-lhes, alm do prestgio ( para eles ) que  serem portadores de tais objetivos.
      
      Muitos supostos convertidos compreendem erroneamente o prprio cristianismo e a salvao que ele proclama. Tambm compreendem erroneamente suas prprias necessidades. 
O livro de Atos ( cap. 8 ) fornece-nos um bom exemplo do problema. Aparentemente, a converso de Simo, o mgico em Samaria, foi bem autntica quando ele veio a 
Filipe ( Vv. 9 - 13 ) e crau. Contudo, logo depois, quando confrontado com o ministrio de Pedro e o Dom do Esprito, imediatamente ficou claro que Simo interpretara 
de maneira totalmente errada s natureza de evangelho, por causa de sua motivao errada: ela pensou que podia comprar o dom de Deus com dinheiro. ( Vv. 18 - 24 ) 
24
      
      Entre os animistas h que se prestar ateno redobrada.  muito comum algum render-se ao Evangelho por consider-lo mais poderoso que sua religio, como  
o caso de feiticeiros tribais que vm ao Senhor na mesma situao que Simo, o mgico citado no Novo Testamento.
      Alem R. Tippett ( antropolista ) diz que em Nova Guin conheceu um jovem que lhe afirmou Ter resolvido ser cristo porque queria Ter posio social e a riqueza 
do homem branco. "Eu queria um bom emprego, com um salrio e uma casa igual  dos homens brancos. Eu trabalhei arduamente em instituies educacionais da misso 
e fui batizado. Mas agora tudo isto no significa mais nada". 25 Este jovem  agora um perturbador em potencial.
      
      5.7 - O Problema do Significado
      Este outro problema missionrio, pois muitas vezes uma mensagem fielmente dada pode ser compreendida de modo totalmente errado, devido ao problema do significado. 
Os significados das coisas diferem de cultura, devido  cosmoviso dos povos. Podemos citar um exemplo bblico de confuso de significado: aconteceu com Paulo e 
Barnab em Listra. Eles curaram aleijado em Listra ( durante a 1 viagem missionria ) aps proclamem a Palavra, pensando que assim o nome de Deus seria glorificado. 
No entanto aquele povo entendeu aquele povo entendeu de maneira completamente aposta e logo prepararam os objetos de culto para adorarem os missionrios. Para os 
de Listra um milagre que ultrapassava os poderes normais da cincia s poderia ser atribudo a poderes de deuses de sua mitologia. ( veja At 18. 4 - 13 )
      
      5.8 - O Problema da Estrutura Social
      Nossa cultura tem enfoque no individualismo, de maneira que  muito normal, por exemplo, um casal de jovens marcaram sozinhos   data do seu casamento e posteriormente 
comunicarem  famlia. Nosso prprio sentimento de famlia no  determinado por laos sangneos, mas sim por afinidade, o que j no venerados e considerados como 
membros sempre presentes na famlia, devido  adorao aos mesmos e constante lembrana.
      Nas sociedades tribais tambm, em sua maioria, as decises nunca so tomadas individualmente, mas coletivamente.
      Os cls e o prprio nome j indica, so um aglomerado de famlias que so ou presumam ser descendentes do ancestrais comuns. Pesam alguns que esses ancestrais 
tiveram sua origem no sul, ou na lua, ou nas estrelas, ou eram animais, ou a insetos, etc. seja qual for a origem, o ancestral comum a todos  tido como o ttem 
do cl. Essa crena  muito comum em diversas partes do mundo, inclusive no Brasil. 26
      
      Um outro exemplo so as sociedades gerontocrticas onde o governo est nas mos dos ancios e os valores mais altos so a experincia, maturidade e cabelos 
brancos. Neste tipo de sociedade, o missionrio ao estruturar a igreja no deve incorrer ao risco de coloc-la nas mos de uma liderana jovem.
      
      
      5.9 - O Problema de Incorporao
      Infelizmente muitos nem podem entender a incorporao ( levar os novos convertidos a fixaram-se em igrejas locais e crescerem na f ) porque crem que evangelizar 
 apenas levar as pessoas a pronunciarem: "eu aceito Jesus como meu Senhor meu Salvador". No entanto a evangelizao  um processo o qual deve preocupar-se estreitamente 
com o disputado, caso contrrio  uma evangelizao "incompleta". 
      No campo missionrio incorporar os novos crentes em comunidades de edificao, crescimento e adorao ( igreja )  sempre em a dificuldade porque as pessoas 
precisam ser levadas a adorarem ao Senhor em comunidade porque as pessoas precisam ser levadas a adorarem ao Senhor em comunidades parecidas com elas mesma.
      
                  Quando John Wesley evangelizou os mineiros da Inglaterra, os que se decidiram por cristo foram mantidos em igrejas totalmente novas. Provavelmente 
nunca teria havido um movimento metodista se ele no incentivasse aquela gente da classe baixa a se reunir em seus prprios grupos cristos, a cantar o seu prprio 
tipos de hinos e a se associar com seu prprio tipo de gente. Alm disto,  parte desta tcnica E -2, essas pessoas no terias sidos capazes de ganhar outras e expandir 
o movimento cristo neste novo nvel da sociedade com uma rapidez to espantosa. 27
      
      5.10 - Problema do Racismo 
      O Racismo pode ser descrito com forme Nida como "o preconceito universal" h a existncia do "meu grupo" em oposio ( forte, mdia ou fraca ) ao "outro grupo". 
Podemos notar com clareza que o racismo no  s o muito conhecido e falado "racismo de cor", mas muito mais que isso. No Brasil, para termos um exemplo mais claro, 
h um forte preconceito religioso at mesmo ( infelizmente ) entre os evanglicos. Este preconceito comumente reflete at entre igrejas de uma mesma doutrina! 
       
      O racismo, um forte sentimento "meu grupo" baseado na raa manifesta-se em muitos povos no somente entre branco e pretos mas tambm entre tribos famlias 
e comunidades. Os japoneses antigamente pensavam que eram divinos. Os gregos que eram superiores aos demais povos intelectualmente; e os americanos que so mais 
desenvolvidos nas cincias ( mas os alems no concordam - nem  os ingleses; muito menos os chineses e os russos! ). A base de nazismo e da, da II Guerra Mundial 
foi um racismo que se chamava "arianismo" - a idia de que a raa alem era pura e perfeita, e que as outras raas devim ser dominadas, ou at exterminadas, por 
ela. 28
      
      O racismo  um enorme problema no campo missionrio. Em Burundi, ( frica ) para termos um outro exemplo, o preconceito racial tem sido uma dificuldade enorme 
para evangelizao. Em agosto de 1988 a histria de dio e incompreenso entre duas tribos ( batusi e i bahutu ) voltou a ser repetir. Os informes dizem que pelo 
menos 5.000 pessoas foram assassinadas durante os distrbios, espialmente no norte do pas. Mais de 40.000 bahutus fugiu para um pas vizinho ( Rwanda ) e muitos 
deles feridos. Os problemas comearam quando alguns bahutus ( a tribo maioritria ) ataca o povo de Ntege e mataram centenas de batusis ( a tribo governante ). As 
tropas do governo ( maioritariamente batusi ) responderam rapidamente, matando outros tantos bahutus ( LUZ para las Naciones - dezembro de 1988 ).
      O ditador Burundi ( Pierra Buypya ) aps golpe de estado havia permitido mais liberdade para os cristos, mas tome-se que esta possa novamente estar ameaada. 
Alm do mais, nem por um momento um batusi esquece-se que foram os seus antepassados que desceram o norte e subjugaram os bahutus. No tem sido nada fcil para os 
missionrios resolverem o problema de incorporao dos convertidos destas tribos ao tentar torn-los membros de uma mesma igreja!
      
      6 - OS GRANDES DESAFIOS DA IGREJA ATUAL       
      
      6.1 - O Desafio de Uma Igreja Para Cada Povo 
      O nosso grande desafio  formar igrejas em cada segmento diferente das sociedades de todo o mundo: povos. Quando se diz formar igrejas no se quer dizer segundo 
Donald A. McGavran "formar ajuntamentos". 
      
      Em primeiro lugar, o alvo deve ser claro. O alvo no  Ter uma nica igreja- ajuntamento numa cidade ou uma regio. Pode ser que s venham a Ter essa nica 
igreja, mas isso no dever nunca ser o seu alvo. O alvo deve ser um exame de congregaes crescentes e autctones em que cada um de seus membros permanece em contato 
ntimo com o seu prprio povo. Este exame experimentar o mximo de crescimento caso esteja ligado a um nico povo, a uma nica casta, a uma nica tribo, a um nico 
segmento da sociedade... Em quanto voc ganha convertidos daquela comunidade especfica, a congregao possui uma coeso natural e interna. Todo mundo sente-se em 
casa. Sim,  o alvo tende-se ser claro. 29
      
      Entender este aspecto para o avano da igreja e cumprimento da ordem dada por Jesus: levar a mensagem "at aos confins da terra".
      Quando pensamos no desafio de uma igreja para cada povo, pensamos nos 5.000 idiomas falados em todo o mundo, bem como nas suas variaes ( os dialetos ). Quanto 
temos estados negligentes a cerca das "naes". Exemplifiquemos com o prprio continente americano: quantas lnguas ainda no "tocadas". Em todo o continente, de 
acordo com o Dr. Bruce Moore So faladas 921 lnguas, e isto quer dizer que cada uma destas lnguas representa um povo. Em muitas delas existem missionrios em outras 
uma igreja genuna e autctone, mas em outra boa parte ainda no foi feita. 
      Das mais de 800 lnguas faladas no continente americano apenas 91 tem a traduo completa da Bblia e devemos saber que do ponto de vista do senhor, o idioma 
materno  muito importante. O idioma materno de cada ser humano  o idioma do corao, pois  atravs dele que expressamos nossos pensamento e sentimentos profundos. 
      Estamos nos omitindo por completo, quanto s nossas etnias minoritrias. Muitos crentes genunos do Brasil ( e em outras partes ), no sabem que esto incorrendo 
no grave pecado da omisso. Estamos deixando que nossas etnias morram, suas culturas passam, sem terem sido ao cansadas com o Evangelho.  
      Segundo Dr. Kees de Blois, atualmente cerca de 200 idiomas das Amricas esto extintos e com eles extinta a possibilidade de ser leva s Boa Novas do Evangelho 
atravs da lngua materna de centenas de pessoas. 
      O Brasil contem uma das realidades mais tristes com relao aos grupos aotoctnes pois em nosso vasto territrio h 224 naes tribais e a maioria destas contem 
nmero reduzidssimo de pessoas e o processo de extino cultural est ocorrendo de modo rpido em muitas delas. Quanto tempo ainda temos ou teremos? Quantas destas 
culturas Deus nos pedir conta? 
      
      6.2 O Desafio Quantitativo 
      Atualmente h mais pessoas longe do Senhor do que jamais houve em toda a histria. Temos crido "de boca" que no final de todas as coisas Deus salvar pessoas 
de todos os povos, no entanto no temos sido tocados pela necessidade de se fazer algo.
      
      O nmero  to fcil de proferir: 2,4 bilhes. Isto nada menos que 2. 400. 000. 000 de pessoas! Os melhores requisitados cristos da atualidade dizem que esse 
 o nmero de pessoas que vivem de fora do crculo do testemunho evanglico eficiente. 30
      
      6.3 - O Desafio Urbano
      Os grandes centros urbanos esto aumentando de maneira simplesmente assustadora. Se quisermos apenas enfocar a Amrica Latina, suas cidades vo dobrar de tamanho 
nos prximos quinze anos. No sculo vinte e um So Paulo ser a terceira maior cidade do mundo!
      Segundo David B. Barrett em 1986 o mundo j contava com 1780 Metrpoles ( acima de 1000. 000 habitantes ), 286 Negacidades ( acima de 1 milho de habitantes 
), 46 Supercidades ( acima de 10 milhes de habitante ). Estima-se que para o ano 2. 000 que as 14 Supergigantes cheguem ao nmero de 24. So Paulo est includa 
entre elas, bem como o Rio de Janeiro estar.
      
      6.4 - O Desafio das Grandes Religies
      Segundo o comit de Lausanne para a Evangelizao Mundial, de modo geral uma pessoa no se torna hindu, mas j nasce nessa religio. A populao mundial est 
estimado em 5 bilhes de pessoas e os hindus somam 650 milhes, ou seja, 13% do total. Estimando-se que a populao indiana e outras da sia ( essencialmente hindus 
) crescem a cada dia assustadoramente e o hindusmo  um fenmeno biolgico. Temos que pensar que eles so um enorme desafio!
      
      Os muulmanos so hoje a 2 maior religio do mundo e nos ltimos dez anos tem-se observado um aumento na militncia religiosa por parte dos muulmanos. Pases 
como Paquisto, Ir, Iraque, Egito e Lbia possuem enormes grupos militares em real da expanso do Islamismo no mundo.
      O Budismo, o Atesmo e as Religies Seculares, o Judasmo, e o Animismo so extraordinrio desafio!
      
      6.5 - O Desafio do Nominalismo
      O Cristianismo  considerado hoje a maior religio do mundo. De acordo com P. Johnstone, h cerca de 1. 398. 000. 000 de cristos no mundo ( 1985 ), mas devemos 
ressaltar que a World Christian Encyclopedia - WEC ( Enciclopdia do Mundo Cristo ) catalogou 7 tipos aclesisticos dentro do Cristianismo: Anglicanos, Catlicos 
( no Romanos ), Indgenas no Ocidentais, Protestantes Marginalizados, Ortodoxos, Protestantes Catlicos Romanos. H, muitos fatores complexos que nos impede de 
Ter um real conhecimento do Cristianismo hoje. O que tem-se feito  enquadrar, dentro do Protestantismo, uma esfera de cristos denominados "evanglicos", que segundo 
a maioria mais se conformizar com os moldes neo- testamentrios.    
      Milhes de cristos hoje s o so de nome. Poucos freqentam pelo menos uma vez por ms a igreja e reduzido grupo dedica-se regularmente  evangelizao.
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      
      7- CONCLUSO
      
      Em plena era do computador, dos grandes desenvolvimentos e descobertas tecnolgicas, o que temos sentido e provado a cada instante  que Deus continua usando 
um povo prprio, em todas as eras, que d'Ele dependa exclusivamente, a fim de que realmente seja beno para as naes. Assim aconteceu com Israel primeiramente, 
e aps ela, a beno de ser beno foi sendo entregue a muitos povos, de maneira bem especial.
      A Europa enviou muitos missionrios, foi beno para muitos povos, mas quando, de alguma maneira reteve a expanso  da Palavra do Senhor, como Israel, a beno 
foi repassada. Os americanos, pois, em bem pouco tempo, aps a grande expanso dos europeus, entraram no cenrio mundial, com relao s Misses. No entanto, atualmente, 
embora tenham a viso, os meios, algumas portas esto se fechando para eles, principalmente entre etnias na sia e no Oriente Mdio e so eles prprios que tm divulgado 
uma extraordinria notcia, que temos sentido faz algum tempo: esta  a grande hora do Terceiro Mundo!
      Embora ns, pases terceiromundista, sejamos considerados principalmente pelas potncias mundiais como o "resto do mundo",  muito maravilhoso saber e sentir 
que como igreja nestes pases temos um compromisso nas mos: continuar a tarefa de evangelizao dos povos, e quem sabe at termina-la!
      As igrejas dos pases do Terceiro Mundo tm experimentado um crescimento assustador. Em 1966, por exemplo, apenas 11% dos habitantes na Corea eram cristos. 
Em 1978 eram 19% e em 1982, 22%, o percentual aumenta to rapidamente que acredita-se que em poucos anos se possa contar com 50% da populao como cristos.
      O crescimento de cristos na Indonsia  simplesmente fenomenal. Este pas oficialmente muulmano j conta com mais de 23 milhes de cristos. Em El Salvador 
as igrejas cristos evanglicas crescem a cada dia, apesar da crise que vive a nao. A igreja entre os povos africanos tambm tem experimentado um avano muito 
maravilhoso.
      Portanto, hoje, para onde quer que cristos possam olhar eles podem perceber que o Senhor tem aberto uma grande porta para os pases do Terceiro Mundo e como 
isso me fascina. Como o meu corao alegra-se ao saber que o nosso pas tambm est recebendo este grande privilgio: crescimento espiritual a fim de reparti-lo 
com outros povos.
      Segundo Patrick Johrstone a igreja evanglica brasileira cresceu 77% entre 1960 e 1970, 155% entre 1970 e 1980, alcanando 16% da populao. Temos pois um 
grande compromisso para com o Senhor, pois "... aquele a quem muito foi dado, muito lhe ser exigido; e aquele a quem muito se confia, muito mais lhe pediram". ( 
Lc 12.48 ) No entanto ainda carecemos de "desenvolver a viso", precisamos pensar nos confins da Terra. Os lderes da igreja brasileira devem, como Paulo, despertar-se 
para o fato de que plantar igrejas, principalmente onde elas ainda no existem,  a nossa grande finalidade.
      

      
      
      O Missionrio como Fonte da Mensagem

      A identificao no  tanto uma questo de adotar este ou aquele tipo de roupa ou comida.  mais uma questo de participar das experincia de um povo com entendimento. 
Para faz-lo  preciso saber o que jaz por trs daquelas experincias;  preciso levar a srio a cosmoviso que eles tm. Em primeiro lugar, levamos a seio outras 
cosmovises quando as estudamos que as entendemos. Uma compreenso das respectivas cosmovises capacita o missionrio a explicar a atrao que o neutralismo exerce 
sobre o indiano, o fatalismo do mulumano, o afeto que ibero-americano tem pela virgem Maria, o etnocentrismo do japons e a inclinao de muitos povos para o pecado 
degradante ou acrscimo de outra divindade, ou o culto dos antepassados.
      Um estudo muito cuidadoso da cosmoviso chinesa, por exemplo, capacita o missionrio junto ao povo chins a entender por que eles diziam que a ocupao japonesa 
estava "matando" a terra. (de acordo com a mitologia chinesa, o deus-homem Pm-Ku nasceu de Yin e Yang. Ele Sacrificou-se e assim veio a ser a substncia da criana. 
Sua cabea tornou-se as montanhas, seus cabelos as rvores, seu hlito as nuvens, suas veias os rios e a sua voz o trovo.). Um estudo  cuidadoso capacita o missionrio 
junto ao povo chins a entender porque um cadver  preparado para o sepultamento, estando um linha reta em direo a porta a porque os cortejos npcias tomam uma 
rota sinuosa at o local da cerimnia. (crena tradicional  que os maus espritos no podem virar as esquinas. Portanto, se o casal de noivos tomar um caminho tortuoso, 
no ser seguido pelos maus espritos. No caso do cadver, se o esprito tivesse que virar um lobisomem, sairia diretamente pela porta e no permaneceria na casa).
         Demonstrando alguma compreenso de tais crenas o missionrio conquista credibilidade perante os ouvintes, os quais tambm sua integridade.
         O seu propsito no  impressionar ou entreter o povo. Em vez disto, ele procura demonstrar que considerou as alternativas autctones para revelao de 
Deus em Cristo e que ele no  um mascate que esteja simplesmente comercializando a Palavra de Deus ( 2 Co 2.17). Pelo contrrio, ele  algum que  digno de confiana, 
algum que entende. Este tipo de ou intuio missionria pode ser ainda mais importante quanto a razo para costume ou ritual foi esquecida pelo povo enquanto o 
costume permanece.
         Ns levamos a srio outras cosmovises quando, em segundo lugar, esforamo-nos para compreender os seu adeptos. A comunicao missionria no  aperfeioada 
atravs de um arrogante ar de superioridade, ou pela repetida indicao de suas inconsistncias. Lembro-me do caso do missionrio que estudou cuidadosamente o mito 
Shint a fim de ridiculariz-lo.
         Ento ele apontou para os olhos amendoados e para a forma arredondadas dos deuses indgenas enquanto ria do provincianismo de seu seguidores.
         Este mtodo pode servir ao ego mas trai o reino, as fraquezas, as inconsistncias e as imperfeies dos falsos sistemas filosficos e religiosos no devem 
ser ignorados. Mas os missionrios tambm devem lidar com eles nos seus pontos fortes. Os exemplos de pontos fortes so numerosos. A contribuio do budismo para 
a arte na China e no Japo  algo notrio. A atrao que o exclusivismo hind exerce em um mundo dividido  inquestionvel. A fascinao com que muitos encaram o 
misticismo e a experincia transcendental  evidente no ocidente bem como no oriente. O fato de que adeptos de algumas religies apreciam o mundo que os rodeia muito 
mais do que muitos cristos que aparentemente aceitam este mundo como um Dom de Deus todo-Poderoso  algo bem conhecido. Que muitas comunidades tm uma perspectiva 
muito menos materialista do que muitos cristos nem  preciso comentar. Devemos aprender a lidar no com os mais simples, mais para que no acontea que nosso xito 
seja s aparente. Lidar de maneira honesta e sincera com o melhor argumento que qualquer forma de incredulidade possa produzir, e no mostrar a necessidade desesperada 
que ainda permanece e como ela s pode ser resolvida pelo verdadeiro Deus e o Seu Filho redentor, esse  o caminho sobremodo excelente.
         
A Cosmoviso e a Substncia da mensagem Missionria
         
         A mensagem crist  universal. Ele  para todos os homens, independentemente de raa, lngua, cultura ou circunstncias. Alguns tm, portanto, presumido 
ingenuamente que isto encerra o assunto. Se algum conhece o evangelho, s resta a motivao para transmiti-lo. Naturalmente, h "um s Senhor, uma s f, um s 
batismo; um s Deus e Pai de todos" (Ef. 4, 5, 6). Mas se de modo algum trair essa mensagem singular, os escritores dos evangelhos e os pregadores do Novo Testamento 
demonstraram uma notvel variedade na maneira de comunic-la, no apenas quanto ao estilo mas tambm quanto a substncia.
         Conclumos portanto, que embora certas afirmaes genricas possam ser feitas quanto a substncia do evangelho (por exemplo, I Co. 15. 1, 9) e a necessidade 
espiritual do homem como pecador (por exemplo, Rm 3.9, 18), a comunicao destas verdades nas situaes especficas envolvem um processo de contextualizao que 
inclua definio, seleo, adaptao e aplicao.
         
         1 - Definio.  Um dos aspectos desastrosos do pecado do homem foi que ele no manteve o conhecimento de Deus. Como resultado, a compreenso do homem foi 
distorcida precisamente naquelas reas onde a revelao divina  clara como cristal. O verdadeiro Deus  posto de lado, mas os falsos deuses proliferam. Os homens 
distinguem de alguma maneira entre o bem e o mal, mas no de acordo com o ponto de vista bblico. Os homens na sua maioria vem que so imortais em algum sentido 
dessa expresso, mas as idias de imortalidade variam grandemente em funo das cosmovises. As reflexes de Geoffrey Bull sobre a apresentao de Cristo aos budistas, 
Tibetanos ilustra bem este ponto.
         O missionrio que leva a queda a srio, deve, ento, fazer uma pausa, definir os seus termos como j vimos. Que termos? Ele deve definir aqueles termos 
influenciados pela distncia entre a verdade divina e o erro cultural. O processo de definio tem de processar-se por comparao e contraste. Se este processo parece 
demasiado rduo para o missionrio ocidental, o qual esta acostumado com coisas instantnea - desde a massa rpida para bolo, passando pelo caf solvel e at a 
converso instantnea  -  assim que tem de ser. Mas ele deveria saber que trabalhar pela converso crist com base em cosmovises no-crists  como edificar arranha-cus 
sobre a areia. Os campos missionrios esto cheios de homens que foram levados s alturas sem saber por que leles entraram no elevador. Assim que voltarem a terra 
no pretendero ser levados para uma outra viagem.
         
         2 - Seleo. O ponto anterior pode tornar-se mais compreensveis se percebermos que o missionrio sempre deve transmitir uma mensagem parcial em uma situao 
especfica. Cristo nos ordenou que ensinssemos todas de uma s tirada! Na verdade, pessoalmente, Cristo nunca procedeu assim, nem apstolos. O mundo inteiro no 
poderia conter todos os livros que pudessem ser escritos sobre Cristo e a verdade de Deus (Jo. 21. 25). Sempre houve necessidade de seleo! Dessa forma, embora 
o missionrio no transmita nada alm da verdade, ele comunica toda a verdade apenas aps um perodo de tempo. As prioridades so essenciais. O entendimento vem 
com o preceito ensinado sobre preceito e regra sobre regra.
         
         3 - Adaptao. A fonte missionria de comunicao do Evangelho que  sensvel define os seus termos e faz uma seleo cuidadosa do contedo a partir de 
uma revelao de Deus mais ampla. Ele tambm mantm um processo bem semelhante e contnuo de adaptao. Ele observa os interesses especiais ocasionados por aquela 
cosmoviso em particular e se adapta a esses interesses.
         Por exemplo, nos contextos hind-budistas e taotas, quase no adianta tentar inicialmente demonstrar o pecado do homem, mostrando que os homens so mentirosos. 
Onde todas as declaraes proporcionais a verdade (especialmente aquelas de natureza religiosa) so meras tentativas de dizer a verdade, a mentira se torna num sentido 
uma acompanhante necessria da prpria comunicao! Mas o egosmo e a cobia j so questes de grande preocupao. Existe alguma base bblica para se chamar essas 
fraquezas humanas fundamentais de pecador? Com toda certeza uma tal base existe. Ento todos ns podemos concordar que o egosmo e a ambio so realmente mos. 
E podemos destacar como Deus os considera e os trata. O missionrio faz bem em responder aos problemas apresentados mas no respondidos nos falsos sistemas. Quando 
problemas acerca da natureza de um outro mundo foram apresentados a Confcio, e respondeu muito prosaicamente que mal entendia este mundo e no deveriam esperar 
que ele soubesse muita coisa sobre o outro. Com base na sua prpria cosmoviso, os comunistas sentem uma enorme presso para explicar por que a atual gerao deveria 
ir  a sacrifcios extremos pelo bem das geraes que ainda no nasceram. Muitos hindus desesperam-se totalmente diante da questo das aparentemente incontveis existncias 
necessrias para conseguir sua libertao final do ciclo da vida terrena. Cristo tem respostas reais para aqueles problemas se to-somente os Seus embaixadores transmitirem.
         A adaptao tambm exige que  respondamos s objees que os respondentes possam levantar diante da mensagem crist. A literatura do budismo Nichiren, por 
exemplo, destaca a idia de que um homem que conhece a verdade vai morrer serenamente e com uma felicidade aparente na prpria expresso facial. Que Cristo tenha 
morrido na cruz enquanto gritou angustiado: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Mt 27. 46), deixa os budistas com uma dvida profunda sobre se o prprio 
Cristo conhecia a verdade. Uma rpida apologia antes de o problema ser levantado vai ajudar muito a desarmar o oponente.
         Finalmente o missionrio deve estar atento para identificar as oportunidades especiais para entrar nesses sistemas no-cristos.
         
         4 - Aplicao. Como acontece em todas as comunicaes, a mensagem missionria constrange mais a uma deciso quando deixa de ser geral e torna-se pessoal. 
Em ltima anlise, no estamos falando de cosmovises mas s mentes e aos coraes de homens de carne e osso que tomam suas decises e atos com base nessas cosmovises. 
Podemos fazer com que a mensagem de Cristo os constranja a uma deciso? Podemos  e devemos.
         Aplica-se a ns a frase bblica: "Tu  s o homem" (2 Sm. 12. 7).
          claro que no final  o Esprito Santo que tem que aplicar a palavra. No faz parte da inclinao natural do homem admitir que esteja errado ou concordar 
com Deus que ns somos pecadores - especialmente pecadores desamparados cuja nica esperana  a graa divina. Entretanto, quando a verdade de Deus e fiel e amorosamente 
aplicada, haver receptividade por parte de toda a raa de Ado, caso essa verdade seja apresentada de maneira inteligente e ma dependncia do Esprito.
         
         A mensagem crist , de fato, abrangente e universal.  destinada a todos os homens de todas as pocas e de todas as culturas sobre a face da terra. Mas 
os contextos culturais em que Deus a revelou e em que o missionrio a entrega so bem distintos. No podem ser sobrepostos um ao outro. Para que o sentido cristo 
no se perca no processo da comunicao, a contextualizao se faz necessria. A contextualizao possui muitas facetas, mas de qualquer maneira ela envolve atitudes 
apropriadas diante das diferenas por parte da fonte missionria em suas percepes da cultura naquele local e por parte da mensagem do missionrio no que diz respeito 
 substncia e estilo.





      8 - BIBLIOGRAFIA
      
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5. FRASER, David A. os 2,4 Bilhes: Porque Continuamos To Indiferentes? In: Misses Transculturais : Uma Perspectiva Histrica.  Trad. Carlos Sieperski e Mrcio 
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7. IWASKO, Dr. Ronald A. Anlise: Teologia da Libertao. Campinas, SP. Escola de Educao Teolgica das Assemblias de Deus. 1982. 22 p.
      
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9. JR., Walter C. Kaiser. A Chamada Missionria de Israel. In.: Misses Transculturais: Uma Perspectiva Bblica. Trad. Carlos Siepierski e Mrcio Loureiro Redondo. 
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11. LEONARD, John com MARTINS, Jos. Alm do Brasil  - Introduo a Misses. 4 ed. Patrocnio, Curso por Extenso do Instituto Bblico Eduardo Lane. 1985. 169 p.

12. McGAVRAN, Donald A. Uma Igreja para Cada Povo: Conversa Franca Sobre um Tema Delicado. In: Misses Transculturais: Uma Perspectiva Estratgica. Trad. Carlos 
Siepierski e Mrcio Loureiro Redondo. So Paulo. Associao Religiosa Editora Mundo Cristo. 1987. Vol. 4. Pg. 754

13.  NIDA, E. A. Costumes e Culturas. Uma Introduo  Antropologia Missionria.  Trad. E Adap. de Brbara Burns, Paulo Barbero e Cecio de Azevedo. So Paulo. Sociedade 
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18. RICHARDSON, Don. O Fator Melquisedeque. Trad. Neyd Siqueira. So Paulo. Sociedade Religiosa Edies Vida Nova. 1986. 181 p.

19. STOTT, John R. W. a Bblia na Evangelizao do Mundo. In: Misses Transculturais: Uma Perspectiva Bblica. Trad. Carlos Siepierski e Mrcio Loureiro Redondo. 
So Paulo. Associao Religiosa Editora Mundo Cristo. 1987. P. 1 

20.  TIPPETT, Alan R. a Evangelizao dos Animistas. In: Misses Transculturais: Uma Perspectiva Estratgica. Trad. Carlos Siepierski e Mrcio Loureiro Redondo. 
So Paulo. Associao Religiosa Editora Mundo Cristo. 1987. Vol. 4. P. 763

21. TUCKER, Roth A. "... At aos Confins da Terra" - Uma Histria Biogrfica das Misses Cristes. Trad. Nryd Siqueira. So Paulo. Sociedade Religiosa Edies Vida 
Nova. 1986. Vol. 590 p.

22.  VERKVYL, Johannes. A Base Bblica do Madato Missionrio Mundial In: Misses Transculturais: Uma Perspectiva Bblica. Trad. Carlos Siepierski e Mrcio Loureiro 
Redondo. So Paulo. Associao Religiosa Editora Mundo Cristo. 1987. Vol. 1. p. 40

23. YQUSSEF, Michael. Evangelizao dos Muulmanos na Dcada de 80. In:  Misses Transculturais: Uma Perspectiva Estratgica. Trad. Carlos Siepierski e Mrcio Loureiro 
Redondo. So Paulo. Associao Religiosa Editora Mundo Cristo. 1987. Vol. 4. p. 798

24. WINTER, Palph D. a Nova Macednia: Incio de Uma Era Revolucionria. In: Misses Transculturais: Uma Perspectiva Histrica.  Trad. Carlos Siepierski e Mrcio 
Loureiro Redondo. So Paulo. Associao Religiosa Editora Mundo Cristo. 1987. Vol. 2. p. 357



Redigido e Corrigido pelo
Pastor e Prof. Harlen Gomes
Reitor da FATADB 



      FATADB - Faculdade Teolgica das Assemblias de Deus no Brasil



Nome:  _____________________________________________________ Matricula: ________ 

Nota_________________________Tutor___________________________________________


      QUESTES PROPOSTAS DE FUNDAMENTOS DE MISSIOLOGIA

1) Por que o Deus vivo  um Deus Missionrio ?
 
2) Comente sobre a grande chamada missionria de Israel 

3) O que nos mostra os primeiros 11 captulos de Gnesis ?

4) Comente sobre o plano divino de Deus para a igreja 

5) D a definio  completa de misses 

6) Podemos tambm definir misses de acordo com o texto da grande comisso e seus Correlatos, explique-os 

7) O que no  misso ?

8) Qual a prioridade em misses ?

9) De gnesis a apocalipse existem 66 textos para misses mundiais, explique 6 do velho e 6 do novo testamento. 

10) Comente sobre o alcance  missionrio  de todos os povos 

11) Explique o que so Naes 

12) Explique sobre o que  cultura 

13) Por que  muito difcil o estudo da cultura ?

14) Como foram desenvolvidas as idias do povos ?

15) Explique o mtodo segundo lloyd e. Kwast ?

16) Explique atos 1:8 dando uma nfase na distncia cultural 

17) Quais so os diferentes tipos de evangelismo ?

18) Explique os diferentes tipos de evangelismo 

19) O que  dificuldade em Misses ?

20) Comente sobre a falta de conhecimento da existncia real de Deus e seus propsitos para com o homem. 

21) Comente sobre a falta de conhecimento e relacionamento com o pecado do homem .

22) Comente sobre o desconhecimento das conseqncias atuais e futuras na permanncia do pecado. 

23) Comente sobre a confiana nas filosofias para a aquisio da salvao .

24) Fale sobre a confiana nas religies para a aquisio da salvao.

25) Quais so as muitas maneiras de se classificar as crenas religiosas segundo Eugene ?

26) Explique sobre animismo segundo EB.tylor  e como o tesmo ope-se ao animismo .

27) Explique como o cristianismo e o Islamismo crem num poder sobrenatural pessoal .

28) Como est calcada a religio Salvfica ?

29) D a diferena entre o cristianismo, budismo e Hinduismo .

30) Comente sobre a religio mstica .

31) Uma religio pode mudar o  indivduo ? Por que ?

32) Uma religio pode estar centralizada no coletivismo ?      Por que ?

33) Explique o xintosmo 

34)  segundo Eugene ida quais os cinco tipos de especialistas religiosos ?

35) Comente sobre o problema de choque cultural em misses. 

36) Explique o problema da motivao  misses.

37) Qual o significado em fazer misses?

38) Comente sobre o problema da estrutura social 

39) Como se d a incorporao em misses ? 

40) Comente sobre o problema do racismo 

41) Desenvolva um texto sobre os grandes desafios da Igreja atual .

42) Qual o desafio de uma igreja para cada povo ?

43) Qual o desafio urbano?

44) Qual o desafio das grandes religies e  o desafio do nominalismo ?

45) Comente: o desafio do terceiro mundo no aspecto de enviarem missionrios.

46) Qual a importncia da Europa e dos americanos no campo missionrio?

47) Faa uma pesquisa completa das 3 viagens missionrias do apstolo Paulo, descrevendo  sua converso  e  sua viagem a Roma .

48) Faa um resumo de um livro sobre misses?


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                   FATADB - Faculdade Teolgica das Assemblias de Deus no Brasil
